TEORIA DO GREY MAN

 

TEORIA DO GREY MAN

GRAY MAN (homem cinzento) é um rastreador urbano que possui habilidades suficientes e estratégia necessária para passar despercebido em qualquer, dissimulando os seus verdadeiros propósitos, sempre lícitos, preparado e dotado das habilidades necessárias para a sobrevivência em situações de exceção, incluindo catástrofes.

 


O CINZENTO

O termo homem cinzento advém da união entre a cor branca e a cor preto que resulta no cinzento, representando a neutralidade partidária, religiosa e racial.

O homem cinzento desenvolve um comportamento e aparência que são dois fatores fundamentais para passar despercebido, não criar suspeitas e não ser lembrado, adotando trajes mais comuns na população local de modo a não denunciar as suas aptidões extraordinárias e evitar deixar rasto.

 

HOMEM CINZENTO NO SOBREVIVÊNCIALISMO URBANO.

Em situações de sobrevivência urbana, face a conflitos sociais, guerras, alterações da ordem pública, desacatos, acidentes graves ou catástrofes, quem tem melhor capacidade de adaptação tem maior probabilidade de sobrevivência, onde o homem cinzento evita sempre sobressair para facilitar o processo de seleção natural, evitando chamar à atenção de agressores ou representantes do governo.

 

NA PREPARAÇÃO PRÉVIA

O homem cinzento é simultaneamente um survivor (sobrevivêncialista) urbano e um prepper (cidadão preparado para qualquer situação), descaracterizado e que faz por passar despercebido em qualquer sítio, evitando maus ábditos consumistas, nomeadamente evitando a aquisição de objetos caros/vistosos que chamem a atenção, tal como telemóveis ou relógios mais cobiçados, vai geralmente apenas uma vez à caixa de correio, evita estar presente ou frequentemente online nas redes sociais e, vai geralmente uma única vez por dia ao correio tendencialmente à noite e aparenta ignorar preocupações de segurança por exemplo ao entrar em casa ou ir a uma caixa multibanco, embora tenha essa sensibilidade vigilante muito apurada

CONCEITO BÁSICO DO HOMEM CINZENTO

HEURÍSTICA

A Heurística é um procedimento mental simples que ajuda a encontrar respostas adequadas, embora várias vezes imperfeitas, para perguntas difíceis. A palavra tem a mesma raiz que eureka.

As Heurísticas são processos cognitivos empregados em decisões não racionais, sendo definidas como estratégias que ignoram parte da informação com o objetivo de tornar a escolha mais fácil e rápida. Heurísticas rápidas e frugais (fast and frugal heuristics) correspondem a um conjunto de heurísticas propostas por Gigerenzer e que empregam tempo, conhecimento e computação mínimos para fazer escolhas adaptativas em ambientes reais.

Existem três passos cognitivos fundamentais na seleção de uma heurística:

» Procura – As decisões são tomadas dentre alternativas, e por esse motivo há uma necessidade de procura ativa;

» Parar de procurar – A procura por alternativas tem que terminar devido às capacidades limitantes da mente humana;

» Decisão – Assim que as alternativas estiverem encontradas e a procura for cessada, um conjunto final de heurísticas são chamadas para que a decisão possa ser tomada.[3] 

Embora os episódios de heurísticas possam reduzir o esforço de tomada de decisão, libertando recursos cognitivos finitos, também podem por excesso de confiança levar o indivíduo a não proteger informações críticas ou mesmo a agir de modo injusto por exemplo baseado em preconceitos.

Tipos de heurísticas:

HEURÍSTICA DE DISPONIBILIDADE

A heurística de disponibilidade descreve o atalho mental resultante da probabilidade de se disponibilizar de imediato uma solução baseada em informação em memória.

Por exemplo, o ser humano tende a sobrestimar a probabilidade de acidentes de acidentes graves, catástrofes, atos terroristas e homicídios, não tanto pelo perigo real mas sim pelas memórias que frequentemente recorda.

HEURÍSTICA REPRESENTATIVA

Por exemplo, a maioria das pessoas que fazem uso da heurística de representatividade, categorizam pessoas ou objetos com base em semelhanças aparentes, supondo que alguém descrito como “pacato” tem mais probabilidade de ser um psicólogo do que um polícia.

HEURÍSTICA DE ANCORA

A heurística de ancora, ocorre quando alguém confia mais na primeira informação aprendida ao fazer uma escolha, ainda que essa não seja a mais relevante.

Nestes casos, é provável que a ancoragem o direcione na direção ou decisão errada.

Recomenda-se que coloque sempre as suas observações no CONTEXTO mais apropriado para entender a RELEVÂNCIA do que está a analisar ou observar, evitando assim por exemplo entrar com um veículo numa rua em que se tivesse observado mais atentamente, teria percebido que não cabia.

 

O MAIS PROVÁVEL É MUITAS VEZES O MAIS PERIGOSO!

Comentários

Mensagens populares